Escolas de Samba de São Paulo
Conheça um pouco das principais Escolas de Samba de São Paulo.
Unidos do Peruche
0 G.R.C.E.S Unidos do Peruche é uma das mais tradicionais escola de samba da cidade de São Paulo, criada na década de 50, surgiu de um grupo de amigos que participavam da escola de samba Lavapés. Peruche, a "filial do samba", possui em seu pavilhão as mesmas cores da bandeira do Brasil. A Peruche tornou-se vice-campeã de 1968 à 1971 e também em 1989 e 1990. Mas um dos desfiles que mais marcaram a escola foi o de 1988, quando a escola, numa apresentação luxuosa com carros alegóricos gigantescos para os padrões paulistanos da época, contou com dois grandes intérpretes puxando seu samba: Jamelão e Eliana de Lima. Entre os fundadores da Peruche estavam João Cândido da Silva, conhecido como Cachimbo e Carlos Alberto Caetano, conhecido como Carlão, que junto com alguns amigos sambistas, decidiram fundar um bloco de foliões no Parque Peruche. Surge então a Sociedade Esportiva Recreativa Beneficente Unidos do Parque Peruche, que possuía de início uma quadra para realização de seus ensaios no local chamado "Terreio do Caqui". Nessa época, muitos sambistas da região desfilavam também em outras escolas cordões, tais como Rosas Negras, Garotos do Itaim, Campos Elíseos e Paulistano da Glória.
Tom Maior
Na reunião de fundação da TOM MAIOR, havia pessoas com diferentes idades, origens e experiências de vida: negros, brancos e mulatos. Várias expectativas também, mas todos tinham a vontade de construir juntos uma Escola de Samba que pudesse se tornar um espaço novo para o samba paulistano.Do grupo que participou da reunião de fundação, muitos deixaram os caminhos árduos do primeiro ano de trabalho, que colocou a TOM MAIOR na avenida em 1974, seuprimeiro carnaval. Mas em compensação, a partir daí, a TOM MAIOR nunca mais deixou de agregar as pessoas que em sua maioria, sempre afluíram à Escola de Samba para participar e trazer algum tipo de contribuição que o carnaval possibilita.A TOM MAIOR nunca teve uma sede própria, com quadra de samba até o ano de 2000. Desde o início, enfrentava as ruas do bairro que foi escolhido para se tornar seu berço: Sumaré, Pinheiros, Vila Madalena, Sumarezinhoou Cerqueira César; nunca se fixou exatamente o nome do lugar, mas era nas ruas Cristiano Viana, Oscar Freire, Galeno de Almeida, Amália de Noronha, Alves Guimarães, João Moura e adjacências que se realizavam os ensaios de Carnaval, enfrentando várias resistências e dificuldades.
Acadêmicos do Tucuruvi
O Grêmio Recreativo Cultural Social Escola de Samba Acadêmicos do Tucuruvi surgiu de um grupo de amigos que gostava de brincar e fazer folia no carnaval, saindo nas ruas do Tucuruvi com muito entusiasmo. Aos poucos, o descompromissado grupo foi adquirindo adeptos e terminou como Bloco estruturado. Sob a liderança de José Leandro, Oswaldo de Salva, Tininho e um grupo de amigos, que desfilavam no bairro do Tucuruvi resolveram fundar no dia 1º de fevereiro de 1976, uma Escola de Samba que receberia o nome de G.R. Acadêmicos do Samba do Tucuruvi. O símbolo adotado pela escola foi um gafanhoto, uma forma de homenagear o Bairro no qual a escola foi fundada, pois Tucuruvi em tupi guarani significa gafanhotos verdes. Suas cores no início eram o preto e amarelo, porém mudaram no começo da década de 80 para as atuais cores oficiais: o vermelho, amarelo, azul e branco, sendo que estas duas últimas se sobressaem mais.Um fato que marcou a história da escola, foi o seu primeiro desfile, em 1977. O carro alegórico era um gafanhoto que tinha como base uma Kombi coberta com tecido verde, uma coisa jamais feita por seus integrantes até então. A escola subiu para o grupo especial pela primeira vez em sua história, 10 anos após sua fundação. O samba-enredo "Brasil em Aquarela" marcou a estréia da escola entre as grandes e ainda é recordado pelos sambistas paulistanos. Manteve-se entre as grandes em 88 e 89, caindo e voltando em 93. Caiu em 94, mas subiu em 98, participando de todos os desfiles do Grupo Especial desde então.
Rosas de Ouro
Fundada em 1971 por um grupo de quatro amigos, José Luciano Tomás da Silva, João Roque “Cajé”, José Benedito da Silva “Zelão” e entre eles o seu eterno presidente Eduardo Basílio, que permaneceu à frente da escola até outubro de 2003, e dá nome à sua quadra. Hoje, uma das maiores e bem estruturadas de São Paulo. Seu nome vem de uma condecoração do Papa Gregório II em 730, para condecorar virtuosas princesas católicas, o bouquet de Rosas de Ouro, contidas em um vaso de forma elegante, ricamente decorado, abençoado pelo Papa antes da missa do quarto domingo de quaresma. Após a assinatura da Lei Áurea, em 1889, sua alteza imperial – Princesa Isabel seria condecorada por iniciativa do Papa Leão XIII, que a entregou uma “Rosa de Ouro”. Sem perder a essência de escola de samba, a Rosas de Ouro profissionalizou seu segmento e passou a oferecer para grandes empresas, festas e eventos o show Rosas de Ouro apresentado em todo território nacional e outros países. Toda a equipe da Escola é comprometida com as atividades, desde o lançamento do enredo até o desfile oficial. Não há período sazonal. O trabalho é intenso, durante o ano inteiro.
Mancha Verde
No começo do ano de 1995, a Mancha Verde (Palmeiras) decidiu participar do Carnaval, acertando sua participação junto à UESP, e alterando seu estatuto. Porém, devido à uma briga entre torcedores da Mancha e da torcida Independente, do São Paulo Futebol Clube, a justiça decretou, ainda naquele ano, a extinção do então Grêmio Recreativo Esportivo Cultural Torcida Mancha Verde como pessoa jurídica. Como os integrantes da torcida continuaram se reunindo após isso, para que continuassem a poder fazê-lo de modo oficial, em 18 de outubro de 1995 assinaram a oficialização do Grêmio Recreativo Cultural Bloco Carnavalesco Mancha Verde. Embora a Mancha como escola de samba tenha sido criada com novos CNPJ e estatuto, seus integrantes a consideram como a continuação da torcida extinta. Anos mais tarde, seria criada a torcida Mancha Alvi-Verde, desvinculada juridicamente da antiga torcida e então somente escola de samba.
Vai-Vai
No início do século, havia no bairro do Bixiga um time de futebol e grupo carnavalesco chamado Cai-Cai, que utilizava as cores preto e branco, tinha um grupo de choro e jogava no campo do Lusitana, próximo ao cruzamento das ruas Rocha e Una, na região do Rio Saracura. Por volta de 1928, um grupo de amigos, liderados por Livinho e Benedito Sardinha, ajudava a animar os jogos e festas realizadas pelo Cai-Cai, porém eram sempre vistos como penetras e arruaceiros, sendo apelidados de modo jocoso como "a turma do Vae-Vae". Expulsos do Cai-Cai, estes criaram o "Bloco dos Esfarrapados", e paralelamente, o Cordão Carnavalesco e Esportivo Vae-Vae, que foi oficializado em 1930.
O primeiro desfile oficial do Cordão Vai Vai, foi em fevereiro de 1930, o tema era sobre São Paulo e o samba novamente foi feito por Henricão:- “Salve São Paulo, tens o céu cor de anil/ Possui a riqueza e a grandeza, és o coração do Brasil". As fantasias eram livres, e nelas predominavam o preto e o branco. Em 2004, durante os 450 anos da cidade de São Paulo, a escola homenageou o próprio bairro, o Bixiga, assim como toda a Bela Vista, e obteve um dos piores resultados de sua história, o 11º lugar, após alguns problemas na evolução. No ano seguinte, terceira a desfilar na sexta-feira, a escola veio "mordida", e após um longo período na concentração, entrou muito bem na avenida, sendo considerada até o fim a favorita para o título daquele ano. Liderava a apuração, quando inesperadamente tirou algumas notas 9 novamente em quesitos como evolução e harmonia, terminando em quinto lugar. Naquele ano, a bateria protestou contra algumas de suas notas, e decidiu também que não desfilaria no desfile das campeãs, tendo após isso o presidente também decidido que a escola não participaria do desfile.
Perola Negra
Do sonho e da união de sambistas do G.R. Escola de Samba Acadêmicos de Vila Madalena e Bloco Boca das Bruxas surge a Escola de Samba "Pérola Negra". O nome surgiu da visão de seus fundadores por ser a Pérola Negra uma jóia rara, usando a alusão de "A Jóia Rara do Samba". Outra versão é que seu nome é sugestão de seu fundador, que observava uma garrafa da cerveja Pérola Negra. Sua estréia no Carnaval Paulistano ocorreu no ano de 1974, levando para a avenida São João o tema enredo "Piolim, Alegria Circo História", resultado: Pérola Negra campeã do Grupo III. Com esse resultado surpreendente, pessoas ainda indecisas resolveram aderir ao projeto e no Carnaval de 1975, quando contagiaram a avenida com o enredo "A São Paulo de Adoniran", o resultado não poderia ser outro senão: Pérola Negra, campeã do Grupo II. Tiveram vários momentos inesquecíveis de glórias e desafetos, alegrias e tristezas, mas sem perder a paixão pelo samba que é a nossa alegria palavras bem lembradas na letra do nosso hino; composto pelo poeta Pasquale Nigro, compositor e um dos idealizadores da escola. Morador da tão singular comunidade da Vila Madalena e ainda ativo nos assuntos da escola. A Pérola Negra também está localizada em uma região da cidade de São Paulo que vem se valorizando nos últimos tempos, a Vila Madalena. Mas a sua presença no lugar vem desde quando a Vila era um bairro de operários e ainda não tinha todo o agito dos dias atuais.
Nenê da Vila Matilde
O Grêmio Recreativo Cultural Escola de Samba Nenê de Vila Matilde é uma das mais tradicionais escolas de samba da cidade de São Paulo. Foi fundada em 1949 por Seu Nenê, que foi presidente da escola por 47 anos, até passar o comando da entidade em 1996 para seu filho, Alberto Alves da Silva Filho, em razão de alguns problemas de saúde.A escola foi fundada por um grupo de sambistas que na década de 40 faziam rodas de samba no Largo do Peixe, no bairro da Vila Matilde, Zona Leste de São Paulo eles resolveram fundar uma escola de samba. Mesmo assim continou a desfilar em todos os anos seguintes. A Nenê possui onze títulos do Carnaval de Sâo Paulo, entre eles dois tricampeonatos. Até 2000 ela foi a escola com mais títulos do carnaval da capital de São Paulo. Em entrevista após o desfile de 2004, seu Nenê declarou que os dois maiores orgulhos que a escola lhe proporcionou foram o desfile no Rio em 1985 e a viagem a Portugal. A Nenê ainda tem orgulho de ser afilhada da Portela, escola do Rio de Janeiro, e ter protagonizado a primeira roda de samba televisada em 1970, quando a TV exibiu para todo o Brasil esse batizado.
Águia de Ouro
Fundada em 09 de maio de 1976, o G.R.E.S. Águia de Ouro, nascia de um sonho. A partir daí, começaram a se organizar, visando levar a sua Escola para a Avenida no ano seguinte. Com as dificuldades normais de uma pequena Escola de Samba, fizeram sua estréia no ano de 1977 no Grupo IV, com o Enredo "A Bahia de Jorge Amado" com samba de Ditinho numa tarde de sol forte na Avenida Tiradentes. Conseguem nesta ocasião seu primeiro vice-campeonato, conquistando o direito de desfilar no Grupo III no ano seguinte . Durante os meses posteriores ao Carnaval, ocorrem mudanças na administração do Águia de Ouro. Em 2004 a Águia trouxe Ana Maria Braga para contar os 450 anos da culinária paulistana, enredo esse criado para homenagear os 450 anos da cidade de São Paulo. Mais uma vez a bateria surpreende, fazendo várias evoluções dentro do desfile, entre ela a forma de um coração em rosa e azul-simbolo do programa da apresentadora. Além de Ana Maria Braga contamos também com a ilustre presença de DOM MAURO MORELLI BISPO de Duque de Caxias. O resultado um 7º lugar constetado, mas que serviu para levar a Águia poara o desfile das campeãs, aonde a mesma conquistou o ESTANDARTE DE OURO NOS QUISITOS BATERIA E LETRA DO SAMBA.
Mocidade Alegre
Embora a fundação oficial da Mocidade Alegre tenha sido em 24 de setembro de 1967, sua história começa quase 20 anos antes. São seis décadas marcadas principalmente pelos fortes laços familiares entre seus integrantes e pelo reconhecimento, respeito e carinho por parte de sambistas de São Paulo e também de outras cidades. A Mocidade Alegre conseguiu a proeza de ser tricampeã do carnaval paulistano logo após subir para o grupo principal. Em 1970, venceu o Segundo Grupo e, nos anos seguintes, já promovida ao Grupo de Elite, sendo tricampeã em 1971, 1972 e 1973. O sucesso desse tricampeonato gerou forte impacto na estrutura do carnaval paulistano, que passou a centralizar sua visibilidade no desfile das escolas de samba. Com isso, os três últimos cordões remanescentes – Vai-Vai, Fio de Ouro e Mocidade Camisa Verde e Branco – resolveram transformar-se, também, em escolas de samba. A Mocidade foi a primeira escola paulistana a introduzir destaques sobre os carros alegóricos, adereços de mão e alas coreografadas. A Escola também teve a honra de ser a primeira escola de samba a ser convidada pelo Ministério da Cultura a representar o samba paulistano na Europa, viajando para a Ilha da Madeira.
Unidos de Vila Maria
A Unidos de Vila Maria foi fundada em 1954 a partir de um grupo de amigos que moravam na parte alta do distrito de Vila Maria e imediações, que se reuniam para brincar o carnaval pelas ruas do bairro, da Vila Munhoz até a Vista Alegre. Assim, surgiu em 1950 a escola de samba Unidos do Morro da Vila Maria (nome que permaneceria até 1971), sendo oficializada em 10 de janeiro de 1954. Neste primeiro ano, a Vila Maria ficou em segundo lugar no primeiro concurso do qual participou. Inicialmente, como as demais escolas da cidade, a Vila Maria não desfilava com alas formalizadas, saindo pelas ruas da cidade, tais como a Avenida Celso Garcia, no
Brás, e a Avenida São João, no Centro, com sua bateria, o baliza Zé Caxambu e Claudete, uma passista que “escandalizava” por sair de maiô frente à bateria. Sua primeira sede foi a casa de Mané Sabino, e os escassos recursos eram obtidos através de contribuições dos comerciantes da região e dos próprios associados para a compra de tecidos para as fantasias. Uma figura importante na história da escola é João Franco, o Xangô da Vila Maria, ator, cantor, compositor, um dos primeiros componentes da escola, um dos primeiros artistas a aderir ao movimento negro, e homenageado por Leci Brandão, num samba de autoria desta. Segundo arquivos pessoais do próprio Xangô, uma característica da escola, levantada por alguns dos componentes mais antigos, é que durante muito tempo, apenas negros faziam parte da Vila Maria. Alguns dizem que isso acontecia porque os brancos não queriam misturar-se a este tipo de folia, enquanto outros pregam que havia mesmo preconceito por parte dos negros.
X-9 Paulistana
A X-9 foi fundada por amigos que jogavam em um time de futebol de várzea, o Internacional da Parada Inglesa, sendo que alguns deles eram também integrantes da X-9, uma das principais agremiações da Baixada Santista. O nome, muito estranho, batizou a escola santista por causa de uma revista em quadrinhos de um detetive, que se chamava X-9. Entre os fundadores da X-9 Paulistana estão Laurentino Borges (Presidente Lauro), Luiz Ademar, José Gaspar, Luiz Manoel, Jorge Nasser, entre outros. A agremiação foi campeã no seu terceiro ano no Grupo Especial, feito que só seria igualado anos mais tarde pelo Império de Casa Verde. Inicialmente o nome da escola era "Filhotes da X-9", sendo trocado pelo atual "X-9 Paulistana" em 1986. Logo no primeiro ano com o novo nome, vence o Grupo 3. No ano seguinte, passa para o Grupo 2, e em 1989 chega ao Grupo 1. Quase é promovida para o Especial, ficando na terceira colocação. Em 1994 a X-9 ganha o Grupo 1 e, em 1995 chega ao Grupo Especial. Brilha na estreia entre as grandes e fica em um surpreendente quinto lugar, à frente de escolas mais tradicionais, como a Unidos do Peruche
e Mocidade Alegre. Em 1996 incorpora a Passo de Ouro, outra escola da região. Após a fusão, a X-9, que até então ensaiava nas ruas do bairro, passa a utilizar a antiga quadra da Passo de Ouro. Dois anos depois conquista o título com o enredo "Amazônia, a Dama do Universo", um carnaval grandioso e surpreendente. Neste mesmo ano, porém, a apuração foi bastante tumultuada, pois o presidente da X-9 era na época também presidente da LIGA, encarregado de ler as notas. No meio da apuração, esqueceu-se de ler nomes de jurados e foi acusado de fraude por presidentes de outras agremiações, terminando a cerimônia em tumulto. Em 2000 a X-9 chegou ao seu segundo título, empatada com o Vai-Vai, escrevendo assim seu nome definitivamente entre as principais escolas de samba de São Paulo.
Gaviões da Fiel
A Gaviões da Fiel iniciou sua história no Carnaval em 1975, aceitando um novo desafio. Formou um Bloco e participou do último desfile de carnaval realizado na Av. São Joao. Nesse carnaval (1976) a Gaviões conquistou seu primeiro título. A partir daí estabeleceu-se uma hegemonia da Torcida Corinthiana na categoria de Bloco Especial, quebrada apenas em 1980, pôr uma nota 02 (dois) no quesito melodia, que deixou a Gaviões com o vice-campeonato - 1 ponto a menos do Bloco vencedor. De 1981 a 1988 a Gaviões voltou a ser soberana. Ao todo os Gaviões participaram por 13 vezes do carnaval paulistano como Bloco Especial, saindo apenas para transformar-se em Escola de Samba (Grupo I) em 1989. Na estréia como Escola de Samba a Gaviões levou o vice-campeonato do Grupo I e subiu ao Grupo Especial.
Império da Casa Verde
Em 1993, algumas pessoas do bairro procuraram o Sr. Francisco Plumari Júnior, o "Chico Ronda", conhecido empresário do bairro para criarem uma nova escola de samba. Foi assim que em 27 de fevereiro de 1994, numa reunião na Rua Ouro Grosso, no escritório do "Seu Chico", surgiu o Império de Casa Verde. A ata de fundação foi assinada por 105 pessoas. O nome foi escolhido pelo "Seu Chico", pois o objetivo era formar uma escola de samba que fosse além da avenida, com projetos sociais e culturais para essa comunidade, uma escola de samba que fosse um verdadeiro Império. As cores foram escolhidas por ser o azul a cor do céu e o branco por ser a cor que simboliza a paz. O tigre é o símbolo da agremiação por ser o signo do "Seu Chico" no horóscopo chinês. É por isso que a nossa quadra leva o nome de "Quadra Chico Ronda" e ainda hoje nos nossos sambas há alusão ao nosso "eterno patrono", afinal
também de memória é feito o samba. O Império é conhecido como a "caçula", pois foi a escola que mais rápido ascendeu ao grupo especial desde a sua criação